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Sobre os propósitos da cegueira…
Existe uma prática muito antiga, talvez não extinta (infelizmente), onde criadores de aves furavam-lhe os olhos para que estas não distinguissem entre dia e noite, fazendo assim com que elas cantassem mais vezes durante o dia.
Essa prática se tornou comum com uma ave típica do nordeste brasileiro chamada Assum-Preto. Tal ato não só visava fazer o pássaro cantar com mais frequência, mas também tinha o intuito de deixar seu canto mais belo, já que este o fazia de forma sofrida.
Soube disso depois que ouvi uma música de Luiz Gonzaga e fiz uma rápida pesquisa. A letra da música segue abaixo:
Tudo em vorta é só beleza
Sol de Abril e a mata em frô
Mas Assum Preto, cego dos óio
Num vendo a luz, ai, canta de dor
Tarvez por ignorança
Ou mardade das pió
Furaro os óio do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantá de mió
Assum Preto veve sorto
Mas num pode avuá
Mil vez a sina de uma gaiola
Desde que o céu, ai, pudesse oiá
Assum Preto, o meu cantar
É tão triste como o teu
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus.
(Assum Preto: Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira )
É interessante a analogia que se faz notar com os Bluesmens cegos do Mississipi.
As analogias realmente chamam minha atenção, pois me parece muito estranho que coisas de natureza diferente se comportem de forma igual quando se faz as correlações certas entre seus dispositivos.
Entendendo a cegueira não só como uma manifesta limitação física da visão, mas como a incapacidade de perceber o real intuito dos acontecimentos. A manipulação é uma prática que só se faz possível quando o manipulado não está ciente do objetivo da manipulação.
Na política existe uma atividade de manipulação de decisões através de influências produzidas por meios lícitos, ou não, em prol de um interesse específico. Essa atividade é chamada de Lobby.
O Lobby é visto em muitos países, como no Brasil, como corrupção, e em outros países, como nos EUA, é uma atividade legal e regulamentada.
Independente da sua legalidade, os objetivos sempre são mantidos obscuros já que é um ato de manipulação.
Cada dia que se passa, mas se faz necessário a cegueira induzida que torne possível alcançar os objetivos estipulados pelos grupos que comandam as principais decisões em escala global. Isso não é teoria conspiratória, já que é a realidade. Tão pouco é algo extraordinário, já que desde as civilizações mais antigas esse método é comumente praticado.
O que é importante verificar é que a história ensinou ao manipuladores que quando a situação se torna muito opressora para a grande massa, que apesar da maioria numérica, é minoria nas decisões que regem suas vidas em escala global, então esta, independente do grau de cegueira em que se encontra, se rebela com o intuito comum de reverter a situação de opressão.
Percebendo isso, eles agora agem não só garantindo que os reais objetivos fiquem ocultos, mas também garantindo que a grande massa se estabeleça em uma situação suportável, e é pregado que esta é a situação merecida de acordo com sua disposição e que uma melhoria só é possível mediante um esforço individual mais intenso e dedicado ao trabalho.
A massa então, alienada por um estilo de vida que impossibilita que esta reflita sobre as perguntas importantes, é iludida a trabalhar em prol da promessa de uma melhoria inatingível, tendo em vista que este trabalho é canalizado de modo a trazer melhorias somente ao grupo manipulador.
Hoje em dia cada vez menos pessoas tem grandes sonhos, grandes objetivos de realização pessoal. Estão cada vez mais comuns a existência de zumbies conceituais, que não pensam nada sobre o futuro a não ser o cálculo de quanto precisa trabalhar hoje para comprar a comida amanhã (ou qualquer outro bem que o enquadre em algum subgrupo específico).
As três grandes perguntas filosóficas que acompanham a humanidade desde os primórdios são:
- Quem sou eu?
- De onde eu vim?
- Pra onde eu vou?
Essas três perguntas podem se fundir em uma só que é:
Qual o intuito da Existência?
Não sei qual o intuito da mesma, mas sei que quando pararmos de perguntar o que é algo, quais suas causas e suas consequências, então camaradas, neste momento já não existiremos mais.
Sem mais.
Plaking
Você sabe o que schwarzeneggers é Plaking?
Plaking é uma brincadeira, que conta com milhares de seguidores, algumas unidades de vítimas fatais e outras dezenas de vítimas não fatais. A brincadeira consiste em publicar uma foto em que a pessoa esta posando como se fosse uma tábua ou uma prancha.
“E daí?” você deve ter pensado. “Qual a graça?” você deve ter insistido. “Como uma besteira dessa tem tantos seguidores e pode causar mortes e lesões?” Você foi ingênuo agora… Há tanta coisa ridícula que causa morte e lesões a troco de nada, uma completa Besteira.
Mas não fique triste, ainda não conclui.
O diferencial, segundo os admiradores, é que a pose é feita em lugares bem peculiares. A busca por um lugar bem inusitado é que deixa a brincadeira mais “admirável” , é claro que os riscos que esses lugares proporcionam nem sempre deixam a brincadeira com um final feliz.
Veja alguns exemplos… Talvez você curta.

É... as vezes não dá. Tá mais pra um Boomerang. Poderia ser isso, já que o plaking surgiu na Austrália.
Sem mais.
Sobre a relatividade da liberdade
Faz um tempo que eu havia começado um post daqueles chatos de se ler, com muitos parágrafos e nenhuma figura. De modo a tentar deixá-lo menos chato, escrevia e lia tentando torná-lo mais sucinto. Buscava uma forma irredutível (irredutível ao meu ver). Porém, após ler essa versão compacta achei várias contradições e elas me pareceram inadequadas (há contradições adequadas, acreditem). Talvez essas contradições tenham sido criadas pelo fato de o assunto não poder ser reduzido a partes irredutíveis. Mas essa não é a questão.
Como eu havia discordado em vários pontos do texto resolvi não publicá-lo e só discuti sobre ele com Carlene Braga que acabou que usando ele em um post (que pode ser acessado clicando aqui).
Acho que finalmente achei vontade para tentar escrever sobre isso novamente, mas agora tentando evitar as possíveis contradições. De antemão garanto que esse não será um post curto, logo pode parar de ler agora, caso já não o tenha feito.
Vejamos…
Seja você, um corpo massivo, auto-consciente, vacinado e católico (essa definição pode ser estendida para as demais religiões sem perda de generalidade).
Escolhi a definição de católico porque preciso que você se imagine dentro de um box com paredes opacas, de modo que não tenha visão do mundo exterior, em órbita em torno do planeta e, o mais importante, que você não se pergunte por que está nesta situação, desde que eu diga que o bom Deus quis assim e que Nossa Senhora está rogando por você.
Portanto, seja você num box, em órbita, sem contato com o exterior do box e protegido por Deus.
Deste modo, tanto você quanto o box (e qualquer coisa que estiver lá dentro) estão em órbita, logo em queda livre (a relação órbita <-> queda livre parece estranha pra você? Pense mais sobre). Desse modo, você se encontrará sob estado de imponderabilidade (mais uma palavra boa pra usar quando se quer deixar uma mentira mais convincente). Logo após você pensar um pouco, quase nada, você concluirá que está numa região de campo gravitacional nulo. Dentre todas as estupidez, a de achar que não está sofrendo atração gravitacional é a mais petulante.
Mas a menos que você tenha acesso a algo externo ao box, fora daquela região do espaçotempo localmente plano, você não saberá distinguir se está em plena queda-livre ou se está livre da atração gravitacional. Você não saberá distinguir se aquela sensação é de uma liberdade real, ou apenas uma queda disfarçada de uma aparente liberdade, mas que só está servindo pra você não ficar ciente do fim trágico que te espera.
Acho que aqui é um bom lugar pra começar a segunda parte do post. Ainda estão comigo? Fiquem comigo, que essa é a melhor parte, na minha opinião.
Tudo isso foi pra fazer estruturar uma analogia do princípio da equivalência com a natureza da Liberdade, no conceito popular.
Qual é o grau da sua liberdade? É uma liberdade real ou apenas aparente?
Em relação a o que você classifica se é livre ou não? E tendo algo para usar como referencial para verificar essa liberdade, então o fato de precisar desse referencial não te prende a ele e logo contradiz a noção de liberdade?
Existem cinco pacotes de café. Todos são café. Mas você tem a liberdade para escolher um. Alguns escolhem pela marca, pelo tipo, pela cor da embalagem, pelo artista que fez a propaganda do café.
Você é livre? Como você escolheu o seu time de futebol, a sua religião, a sua profissão, o seu amor, a sua conduta?
É estranho isso…
Pois mesmo na melhor das hipóteses, no mais racional argumento, ou no mais puro sentimento, você sempre precisará se prender a algo para escolher. Sofrerá influências.
Recentemente encontrei na filosofia de Baruch Spinoza a descrição da forma como eu gosto de pensar as coisas. E ele trata desse problema também de uma forma muito interessante que vale leitura… Na ausência do livro eu sugiro este post que segue:
Espinosa e a Crítica ao Livre Arbítrio
Na verdade, nesse post que sugiro tem muito mais coisa do que eu queria falar a respeito da relatividade da liberdade, mas isso é até bom que evita os problemas da irredutibilidade do assunto.
Ainda assim me achei muito confuso na conclusão, mas escrevi de mais pra simplesmente deletar.
Fecho o post com a citação:
Se a pedra lançada tivesse consciência do seu movimento, e da sua tendência a perseverar no movimento, julgar-se-ia livre, na medida em que ignoraria o impulso que produziu o seu movimento, que determinou de uma certa maneira a sua faculdade de estar em movimento ou em repouso. Do mesmo modo, aquele que na cólera, na embriaguez ou em sonho, crê agir livremente, é porque ignora as forças que o impelem contra a sua vontade.
(Joseph Moreau)
Fico grato aos que me acompanharam.
Absurdos
Não é desconfortante o fato da quantização de energia ter sido no passado uma idéia tão absurda quanto hoje parece ser algumas idéias, como por exemplo a interpretação de vários mundos?
Acho que já discuti aqui, ou em outro lugar dentro ou fora da minha cabeça, a respeito da pergunta:
Os livros de ficção incentivam promessas de novas tecnologias, ou as promessas de novas tecnologias incentivam livros de ficção?
Parece com aquela pergunta de “quem veio primeiro, o ovo ou o arroz?”
Mas eu vejo essa pergunta com uma outra ótica, que talvez gere uma pergunta ainda mais delicada de se responder.
Vejam só… Vou explicar cometendo o maior erro do pensamento analítico, vou fazer generalizações.
É comum os casos de autores de ficção que anteciparam em suas respectivas obras no passado avanços tecnológicos que em seus tempos eram tidos como meras fantasias, absurdamente impossíveis de se realizar, e hoje, são tecnologias corriqueiras, absurdamente impossíveis de se viver sem.
Transmissão de dados via ondas de rádio e infravermelho, ressonância magnética, telefonia móvel, internet sem fio, mp4-player de 8gb de capacidade numa caixa de poucas unidades de centímetros, dentre outros mais que você pode verificar apenas girando a cabeça e olhando a sua volta.
A questão fica então delicada quando você se pergunta se toda idéia criada nas ficções são possíveis de serem realizadas na realidade, ou se só podem ser realizadas aquelas que a natureza permite, ou sejam, aquelas que as leis que regem o Universo (tendo em vista que todas as leis ainda não foram elucidadas) permitem existir.
Parece ser uma questão de fácil resolução, porém pense mais um pouco (essa prática, de pensar mais um pouco, geralmente, mas nem sempre, só dificulta mais a questão) e se pergunte se dentro do conjunto de todas as coisas que existe, conjunto esse que damos o singelo nome de Universo, também fazem parte os pensamentos…
Como assim?
Veja… O Universo é composto de todas as coisas que o compõem… Dentre essas diversas coisas (tão diversas que não entendemos sequer 10% do todo) estamos nós, simpáticos e invejosos Humanos…
Nós humanos, isso todos hão de concordar desde que lembrem que estou tratando de uma generalização, possuímos pensamentos…
Pensamentos esses contidos em nós, que por nossa vez estamos também contidos no Universo, logo os pensamentos estão também contidos no Universo. Obviamente.
Logo (aprendam que depois de um “logo” é preferível colocar algo perturbador, caso contrário substitua o “logo” por um “conseqüentemente”) os pensamentos sendo parte constituinte do Universo, devem de antemão satisfazer as leis, regras, mandamentos, imposições, deste Universo. Nada mais justo que para um elemento existir dentro de um conjunto ele satisfaça as características impostas pelo conjunto aos elementos que o constituem.
Conseqüentemente (sacou a diferença?) os pensamentos que permeiam a cabeça dos autores de ficção tem pensamentos sobre coisas, que caso ainda não existam, são permitido a existência, pois são criações de pensamentos que pertencem ao Universo, tornando assim a não existência dessas coisas uma mera limitação tecnológica ou conceitual, mas não, e nunca, fundamental.
A priori parece ser petulância achar que tudo que criamos em nossas cabeças, a mais absurda idéia, pode vir a ser realizado na prática. Mas quando consideramos que as possíveis restrições naturais são descartadas, usando como artifício lógico que não poderíamos pensar nada além do que a natureza permite, pois os pensamentos, assim como nós, que os pensamos, estão confinados ao Universo, então só nos resta aceitar que o conhecimento completo sobre os fundamentos ainda nos está obscurecido pelas nossas limitações conceituais e tecnológicas.
Isso meio que responde aos cretinos que perguntam sobre a finalidade de se estudar o Cosmos. A nossa vizinhança, o nosso sistema solar, a nossa galáxia não é nem 10% do que existe, do que ainda podemos entender e realizar.
Logo, a busca diária por absurdos hoje é o desenvolvimento por trivialidades do futuro.
E se? #2
E se Ele tivesse dito “atirem pedras nos que pecam” ?

Os demais (do #3 ao #12) posts da categoria “E se? estão no http://conjectura.tumblr.com . Do #13 em diante será postado aqui
Oratória Inconclusiva…
carlene diz:
*ele falou ïtapipoca”e “sabe ne? pras bandas da lagoinha? não? éeee…. mas se a peça tal fizer num sei o que, o carro, o adriano já rodou muito nesse carro, o fulano, antigo dono desse carro, sabe né? ele num sei o que mais la num sei o que…”
*tipo, ele nunca finalizava uma linha de raciocinio
*é muito engraçado pq parece eu
*=D
Adriano Braga diz:
*É chamado a oratória inconclusiva
*a arte de falar por horas e horas sem dizer absolutamente nada
*muito comum em livros de auto-ajuda
carlene diz:
*muuuuito comum.Adriano Braga diz:
*atrelado a esse modelo de oratória
*está os fundamentos das principais ciências especulativas
*onde seus argumentos se baseiam no ato de ficar falando bastante
*para que a pessoa que ele está tentando convencer com seus argumentos
*se canse e aceite que aquilo é verdade pois uma mentira não poderia possuir tantas palavras
À Luta…
“Odeio os indiferentes. Acredito que viver significa tomar partido. Indiferença é apatia, parasitismo, covardia. Não é vida. Por isso, abomino os indiferentes. Desprezo os indiferentes, também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Vivo, sou militante. Por isso, detesto quem não toma partido. Odeio os indiferentes.”
Antonio Gramsci
Chuva de Granizo…
A quem diga que, como um cearense típico que sou, a chuva de granizo e fortes ventos que acabaram de ocorrer aqui foram interpretada por mim com a primeira trombeta do Apocalipse… Pobres ignorantes esses que não ponderam o fato de apesar de não termos essas coisas no Ceará, vira e mexe assistimos eles submetidos a tais situações através do conforto de nossas redes na frente da Tv de parabólica.
Apesar disso foi um chuva assustadora, o qual irei contar, porém para dar ênfase ao terror passado por este que vos escreve, como sempre, o texto contará com uma parcela de ficção.
Pra ser mais preciso 90% do texto é ficção, deixando os 10% de fatos reais associados à chuva de granizo e os ventos fortes.
Estava eu então estudando na minha mesa, de frente para uma janela, quando o céu começa a escurecer como quem não quisesse nada para que não tivesse seu traquino ato previsto por ninguém. Eis então que cai a primeira pedra de gelo, cerca de 1cm de diâmetro (haverá pessoas que irão alegar que 1cm não é nada… A essas pessoas eu reservo minhas sinceras lamentações).
Foi apenas o tempo de correlacionar aquele misterioso aparecimento de uma pedra de gelo com a situação tempestuosa do céu que se deu início o frenético ataque das demais pedras de gelo…
Nesse momento deu início as fortes rajadas de vento que tentavam arrancar as árvores de suas raízes, em alguns casos obtendo êxito… No caso de coisas não tão fixas como árvores, por exemplo telhas, os ventos tiveram mais sucesso em seu maligno plano de instaurar o caos.
Foi nesse justo momento que a idéia de fim do mundo se proliferou entre as demais pessoas… Dentre elas o pobre Bichão, que na sua atividade cotidiana de tomar banho, já havia adentrado serelepemente no banheiro, com sua toalha nas mãos, e agora se encontrava só de cuecas atordoado pelo som devastador causado pelos ventos e pedras de gelos que atacavam ferozmente o telhado do banheiro…
Num lapso de consciência reconstituiu o domínio do corpo e bateu em retirada do banheiro numa corrida tresloucada em busca do abrigo que é um abraço amigo…
Ao entrar no quarto então pode ver o objetivo da sua corrida desenfreada… Lá estava o Pinduca debaixo da mesa, protegendo a cabeça com as mãos e entoando cânticos e salmos de salvação, tendo em vista que caso a salvação física não fosse possível, pelo menos pudesse garantir a salvação espiritual.
Bichão então num ato quase que materno se aboletou só de cueca com o Pinduca debaixo da mesa, e como não conhecia nenhum daqueles cânticos tentou então improvisar um acompanhamento através do assobio, que é uma modalidade de Música muito difundida entre os pedreiros enquanto estes estão levantando uma parede ou enchendo um forro.
Passados os 10 minutos o qual toda essa loucura se desenvolveu, o céu abriu como quem estivesse sorrindo do sucesso que seu trote obteve, e o sol raiou iluminado a bagunça que ficou as ruas com telhas, muros, folhas e árvores movidas de seus locais de origem.
Fim.
O Peido…
Hoje fiz um desabafo interrogativo no twitter devido um acontecimento que não é, e nunca será, trivial…
Veja só você que eu estava aqui na “sala de internet” acessando, e na sala também estava um renomado Físico, capa da Nature e descobridor de um efeito que leva seu nome (basta isso, pois não quero identificá-lo aqui).
Era só nós dois na sala, mas em lugares opostos da sala, numa distância de uns 4 metros.
Foi então que ouvi aquele som característico, o sopro severo do Peido!
Então pensei:
“Um Renomado Físico acabou de peidar do meu lado… devo me sentir lisonjeado?”
Cheguei até a tweetar isso na hora, mas depois fiquei achando que foi só o som da cadeira arrastando no chão… (mas a cadeira não foi arrastada).
Como eu não alarmei, ele se sentiu seguro para após um pequeno tempo disparar a segunda rajada…
Esse bem mais audível e indubitável… foi então que tweetei novamente dizendo:
“Peidou de novo… tá foda”
Porra… o cara tem até um efeito com o Nome dele, publica na Nature e tal, mas é o maior peidão da paróquia.
Mas quer saber?! Eu até entendo…
Sei como é você com vontade de peidar e vai dar um fininho, pra não fazer barulho, mas a pressão é tão grande que sai de uma vez… Arrebentando tudo!
Mas ele levou sorte que eu estava de boa na hora… se não a réplica seria devastadora… Pra ele ficar esperto e procurar saber do lado de quem ele está peidando










